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Chapter 5 – Battlefield (3/3)

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  Mal consegui dormir, devo ter ficado fora por horas. Quando acordei, minha cabe?a ainda doía, lábios secos. Puxei a coleira IMB pressionando meu pesco?o — ainda n?o acostumada com o desconforto.

  Sentei-me, olhando ao redor. O interior da tenda é branco, frio à noite. Peguei uma garrafa de água do ch?o, tomei um gole e guardei imediatamente. Suspirei suavemente. Saí o mais silenciosamente possível.

  O lugar é congente à noite, lotado de tendas, mas n?o é o cenário infernal que imaginei. Minhas expectativas eram os piores po?os do inferno — este inferno é pelo menos tolerável.

  Andou devagar, ouviu vozes fracas — uma conversa. A curiosidade aumentou imediatamente. N?o é comum aqui. Segui o som, espiei atrás de uma tenda vazia. N?o consigo ver cramente, mas uma silhueta é visível.

  — Vale cada segundo extra com você. — A voz sussurrou, flertando. Mas ninguém mais parece estar lá, ent?o meus olhos caíram para as m?os deles — talvez um dispositivo de comunica??o? Mas eles têm essa autoriza??o aqui?

  Inclinei-me para a frente, quase caindo, para ver com quem diabos eles estavam flertando. Um zumbido suave estático vinha do dispositivo, distorcendo as vozes, mas fiquei parado para evitar cair de cara no ch?o.

  "Haha..." Uma risada leve surgiu, despertando minha curiosidade. Parece caloroso, mas... estranho. Estranho demais.

  "Nada de flerte. Você me deve pelo meu tempo." O tom frio me fez franzir a testa — familiar. A pessoa segurando o comunicador hesitou, se mexendo nas sombras. "N?o tem mais volta agora. Você sabe disso, certo?" Aque risada geda através do comunicador me deu um arrepio na espinha. Algo está errado. N?o posso ser pego aqui.

  — Eu sei, cro... Eu te retribuirei. — A figura se moveu, murmurando, se recompondo. — Quando você vem me buscar?

  "N?o tenha pressa. N?o pode esperar?" Um grunhido cortou a estática. "Cada segundo do meu tempo conta. Estou desperdi?ando-o fando com você. Você deveria ser grato."

  — Sim... cro que estou! Estou apenas... ansioso. — Eles se inquietaram. — Este lugar n?o é... ideal para eu preparar...

  "De qualquer forma. Quando eu quiser você, eu vou. Agora vá fazer algo útil e pare de sonhar acordada com minha cama." A liga??o terminou imediatamente após aquele comentário zombeteiro.

  Pisquei, observando a figura chutar o ch?o, xingando algo que n?o consegui entender.

  — Puta do caralho. Acha que vou desistir? — Eles passaram a m?o pelos cabelos, rindo baixo. — Você vai implorar pelo meu amor, e eu vou pisar na sua cara, seu merda.

  Eles saíram furiosos, e eu também n?o perdi tempo, fugindo antes de trope?ar nos meus próprios nervos. Suspirei. N?o queria trope?ar nisso no meu primeiro dia.

  Bocejou e deu de ombros, voltando para o dormitório para dormir.

  Infelizmente, descobrir algo estranho n?o garante o sono. Isso se retorceu na minha mente até que finalmente desmaiei, est?mago roncando.

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